O Agrupamento de Escolas de Penalva do Castelo dinamizou, em parceria com a Câmara Municipal, no dia 9 de junho, o Encerramento do Ano Letivo com uma noite de convívio (um arraial de Santo António), em Penalva do Castelo, na Praça Magalhães Coutinho, envolvendo toda a comunidade educativa e os alunos da educação pré-escolar e do 1º ciclo do Agrupamento.

O cortejo saiu da Escola encimado pela Banda Musical de Penalva do Castelo, que nos presenteou com músicas alusivas aos Santos Populares. As crianças, engalanadas com seus arcos e balões, abrilhantaram a noite, dançando as marchas com alegria e graciosidade. A comunidade aderiu em massa a esta iniciativa, visualizando e aplaudindo cada uma das marchas.

Não faltou o caldo verde, sardinhas, porco no espeto, cavacas, outras iguarias e a boa disposição.

Foi uma noite cheia de luz e cor, com muita música e animação.

Bem-haja a todos os que se envolveram e colaboraram nesta iniciativa para que a mesma tivesse sucesso.

 XII EDIÇÃO DO CAMINHO DOS GALEGOS

OU “A FORÇA DA VONTADE”

No respeito e admiração pelo nosso património histórico, rural e natural, decorreu, no passado dia 29 de maio, mais uma edição do Caminho dos Galegos, uma atividade do Plano Anual de Atividades do Agrupamento de Escolas de Penalva do Castelo, com a particular colaboração da Câmara Municipal e ainda das Juntas de Freguesia de Vila Cova do Covelo / Mareco, Castelo de Penalva e Terras de Tavares.

Apesar das adversidades climatéricas que se fizeram sentir, que dificultaram bastante a organização do evento e que impediram a prevista gravação do mesmo, em suporte vídeo, parabenizamos os cerca de 700 “peregrinos” que acorreram ao local e/ou que participaram como figurantes. Trata-se, com efeito, de uma atividade de pedestrianismo bastante conceituada e acarinhada, que tem vindo progressivamente a alargar a área geográfica de origem dos participantes, bem como a diversidade de atividades apresentadas. São de salientar os diversos cenários/quadros históricos recriados. A pequena feira no largo principal de Mareco, ponto de encontro e de partida da caminhada, acolheu tendeiros diversos: taberna medieval, cestaria, encordoamento, fumeiro, artesanato, exposição e venda de velharias, jogos medievais e a escriba de serviço, a relatar os factos. Na partida ou à chegada, as videntes acolhiam quem pretendia a leitura das cartas, na esperança de um futuro auspicioso.